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Escrito por Co.Ra.Je   
Sex, 01 de Agosto de 2008 10:58

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                         O Coraje agora tem seu Podcast 

 

O que é Podcast?

Podcasting é uma forma de publicação de programas de áudio e vídeo e fotos pela Internet que permite aos utilizadores acompanhar a sua atualização. 

 

Funcionamento

Os programas ou arquivos, gravados em qualquer formato digital (MP3, Advanced Audio Coding|AAC e OGG são os mais utilizados nos podcasts de áudio), ficam armazenados num servidor na internet. Por meio do feed RSS, que funciona como um índice atualizável dos arquivos disponíveis, novos programas de áudio, vídeo ou fotos são automaticamente puxados para o leitor através de um agregador, um programa ou página da internet que verifica os diversos feeds adicionados, reconhece os novos arquivos e os puxa de maneira automática para a máquina. Os arquivos podem ainda ser transferidos para leitores portáteis. 

 

Como ouvir podcasts?

Para quem possui um iPod, o software iTunes é capaz de gerenciar podcasts e carregar o player. Mas é possível baixar os podcasts em softwares gerenciadores gratuitos, e ouvi-los em programas como Windows Media Player e WinAmp, ou então carregá-los em MP3 players.

Estes gerenciadores, de um modo geral, possuem as funções de pesquisa, organização em diretórios, downloads, e atualizações automáticas programáveis de podcasts.

E um dos melhores gerenciadores existentes é o Juice Receiver 2.2 (antigo iPodder - http://juicereceiver.sourceforge.net), software livre concebido pelo próprio Adam Curry, com versões para Windows, Linux, e MacOS.  

 

Uma vez instalado um gerenciador em seu computador, basta inserir o link do podcast desejado que o programa se encarregará de baixar o arquivo de áudio e manter atualizadas as programações desejadas.  

 

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Última atualização ( Sex, 01 de Agosto de 2008 11:11 )
 
A Missa explicada por padre Pio PDF Imprimir E-mail
Escrito por Andy   
Ter, 22 de Julho de 2008 11:33

A Missa explicada por padre Pio

 

Do sinal da cruz inicial até o ofertório, é preciso encontrar Jesus

  

Padre Pio era o modelo de cada padre... Não se podia assistir "à sua Missa", sem que nos tornássemos, quase sem perceber, "participantes" desse drama que se vivia a cada manhã sobre o altar. Crucificado com o Crucificado, o Padre revivia a Paixão de Jesus com grande dor, da qual fui testemunha privilegiada, pois lhe ajudava, na Missa.

 

Ele nos ensinava que nossa Salvação só se poderia obter se, em primeiro lugar, a cruz fosse plantada na nossa vida. Dizia: "Creio que a Santíssima Eucaristia é o grande meio para aspirar à Santa Perfeição, mas é preciso recebê-La com o desejo e o engajamento de arrancar, do próprio coração, tudo o que desagrada Àquele que queremos ter em nós".(27 de julho 1917).

 

Pouco depois da minha ordenação sacerdotal, explicou-me ele que, durante a celebração da Eucaristia, era preciso colocar em paralelo a cronologia da Missa e a da Paixão. Trata-se, antes de tudo, de compreender e de realizar que o Padre no altar É Jesus Cristo. Desde então, Jesus, em seu Padre, revive indefinidamente a mesma Paixão.

 

Do sinal da cruz inicial até o Ofertório, é preciso ir encontrar Jesus no Getsemani, é preciso seguir Jesus na Sua agonia, sofrendo diante deste "mar de lama" do pecado. É preciso unir-se a Jesus em sua dor de ver que a Palavra do Pai, que Ele veio nos trazer, não é recebida pelos homens, nem bem nem mal. E, a partir desta visão, é preciso escutar as leituras da Missa como sendo dirigidas a nós, pessoalmente .

 

O Ofertório: É a prisão, chegou a hora...

 

O Prefácio: É o canto de louvor e de agradecimento que Jesus dirige ao Pai, e que Lhe permitiu, enfim, chegar a esta "Hora".

 

Desde o início da oração Eucarística até a Consagração : Nós nos unimos (rapidamente!...) a Jesus em Seu aprisionamento, em Sua atroz flagelação, na Sua coroação de espinhos e Seu caminhar com a cruz nas costas, pelas ruelas de Jerusalém e, no "Memento", olhando todos os presentes e aqueles pelos quais rezamos especialmente.

 

A Consagração nos dá o Corpo entregue agora, o Sangue derramado agora. Misticamente, é a própria crucifixão do Senhor. E é por isso que Padre Pio sofria atrozmente neste momento da Missa.

 

Nós nos uníamos em seguida a Jesus na cruz, oferecendo ao Pai, desde esse instante, o Sacrifício Redentor. Este é o sentido da oração litúrgica que segue imediatamente à consagração.

 

"Por Cristo com Cristo e em Cristo" corresponde ao grito de Jesus: "Pai, nas Tuas Mãos entrego o Meu Espírito!" Desde então, o sacrifício é consumado pelo Cristo e aceito pelo Pai. Daqui por diante, os homens não mais estão separados de Deus e se encontram de novo unidos. É a razão pela qual, nesse instante, recita-se a oração de todos os filhos: "Pai Nosso...".

 

A fração da hóstia indica a Morte de Jesus...

 

A Intinção, instante em que o Padre, tendo partido a hóstia (símbolo da morte...), deixa cair uma parcela do Corpo de Cristo no cálice do Precioso Sangue, marca o momento da Ressurreição, pois o Corpo e o Sangue estão de novo reunidos e é ao Cristo Vivo que vamos comungar.

 

A Bênção do Padre marca os fiéis com a cruz, ao mesmo tempo como um extraordinário distintivo e como um escudo protetor contra os assaltos do Maligno...

 

Depois de ter escutado uma tal explicação dos lábios do próprio Padre e sabendo bem que ele vivia dolorosamente tudo aquilo, compreende-se que me tenha pedido segui-lo neste caminho... o que eu fazia cada dia... E com que alegria!

 

Pe. Jean Derobert

 

Palavras do padre Pio

 

Jesus me consolou. Em 18 de abril de 1912, depois de uma luta terrível contra o inferno, a consolação do Senhor me veio depois da Missa: "Ao final da missa, conversei com Jesus para a ação de graças. Oh quanto foi suave o colóquio mantido com o paraíso nessa manhã!... O coração de Jesus e o meu se fundiram. Não eram mais dois que batiam, mas um só. Meu coração tinha desaparecido como uma gota de água se dissolve no mar... - Padre Pio chorava de alegria.- Quando o paraíso invade um coração, esse coração aflito, exilado, fraco e mortal não pode suporta-lo sem chorar...".

 

Ao Pe Agostinho, 18/04/1912, em "Padre Pio, Transparent de Dieu", J.Derobert.

 

Confidências a seus filhos espirituais

 

"Minha missa é uma mistura sagrada com a Paixão de Jesus. Minha responsabilidade é única no mundo", disse ele chorando.

 

"Na Paixão de Jesus, encontrarão também a minha".

 

"Não desejo o sofrimento por ele mesmo, não; mas pelos frutos que me dá. Ele dá glória a Deus e salva meus irmãos, que mais posso desejar?".

 

"A que momento do Divino Sacrifício mais sofreis?". - Da consagração à comunhão." "Durante o ofertório?. - É neste momento que a alma é separada das coisas profanas."

 

"A consagração?". - É verdadeiramente aí que advém uma nova admirável destruição e criação."

 

"A Comunhão? Na comunhão, sofreis a morte? - Misticamente, sim. - Por veemência de amor ou de dor? - Por uma e outra: mas mais por amor."

 

"Sofreis toda e sempre a Paixão de Jesus?". - Sim, por Sua bondade e Sua condescendência, tanto quanto é possível a uma criatura humana. - E como podeis trabalhar com tanta dor? - Encontro o meu repouso sobre a cruz."

 "Como nós devemos ouvir a Santa Missa?". - Como a assistiam a Santa Virgem Maria e as Santas mulheres. Como São João assistiu ao Sacrifício Eucarístico e ao Sacrificio sangrento da cruz "". Pe. Tarcísio, Congresso de Udine, 1972.
 
Como encontrar a felicidade? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Andy   
Ter, 22 de Julho de 2008 11:27

Como encontrar a felicidade?

 

Uma conseqüência da realização do sentido da vida

  

O ser humano vive uma contínua busca pela felicidade; mas como encontrá-la é o que todos se perguntam. Victor Frankl é um psiquiatra vienense, judeu, fundador da Logoterapia, uma abordagem psicológica que se concentra no sentido da existência humana, bem como na busca da pessoa por esse sentido. Ele afirma que felicidade não é algo que deve ser buscado ou perseguido, pois ela é uma conseqüência da realização do sentido da vida. Para Frankl, não se visa à felicidade, pois ela, por si mesma, não acontece. Ele acredita que o caminho concreto para a realização do ser humano e conseqüente felicidade está na autotranscendência. O que deve ser visado é uma tarefa, uma causa ou uma pessoa, e que quanto mais alguém se esquece de querer ser feliz dedicando-se a uma causa ou a outras pessoas, mais essa pessoa poderá ser feliz.

 

A nossa existência sempre se refere a algo ou a alguém e não a ela mesma. Isso significa que precisamos ter um objetivo a ser alcançado na nossa vida e uma causa pela qual podemos sair de nós mesmos, ir além de nós mesmos. Para o fundador da Logoterapia, o homem só se torna homem e só é completamente ele mesmo quando fica absorvido pela dedicação a uma tarefa, quando se esquece de si mesmo no serviço a uma causa ou no amor a uma outra pessoa. Ou seja, somente quando o ser humano transcende a si mesmo, indo além de si próprio, é que se torna verdadeiramente homem e encontra o sentido de sua vida. Dessa forma, torna-se possível encontrar finalmente a tão sonhada felicidade.

 

Você pode estar pensando assim: e quando nos encontramos envolvidos em situações que não escolhemos, seja ela uma doença, dificuldades financeiras e tantas outras que nos prendem? Como sair de situações assim e ir além de nós mesmos? Como não buscar a felicidade se o que enfrentamos é dor, sofrimento e dificuldade? Frankl também nos ensina que não somos livres de nossas limitações, mas temos liberdade para nos posicionar diante delas. Somos livres para algo e não de algo. Somos livres, independentemente da situação que vivemos e enfrentamos; livres para dar uma resposta diferente e não ficar presos em nossas próprias limitações, indo além de nós mesmos, dedicando-nos para uma causa ou alguém. Isso não quer dizer que devamos fugir das situações, mas sim, enfrentá-las e não ficar presos nelas.

 

Podemos ver o exemplo dos santos; aliás, não será este o segredo deles? Vejamos Madre Teresa de Calcutá: nasceu numa família católica albanesa na qual nada lhe faltava. O pai faleceu quando ela tinha 9 anos, e a partir daí, a situação financeira da família mudou drasticamente. Ao completar 18 anos, saiu de sua casa para o convento, e nunca mais pôde rever a família por questões políticas. Mas ela não parou nisso, na saudade, nos problemas familiares, na proibição de voltar à terra natal e rever a mãe e irmãos. Com 17 anos de vida religiosa, sentiu o chamado de Deus para se entregar ao serviço dos pobres, vivendo com eles. Enfrentou inúmeras dificuldades e perseguições. No entanto, não parou nelas. E alguém pode dizer que ela não era feliz ou realizada?

 

Um outro exemplo é José Antonio Meléndez Rodríguez, conhecido como Tony Meléndez. Ele nasceu na Nicarágua com uma deformidade física: sem os dois braços. Porém, sua limitação não o parou. Hoje, ele é músico consagrado nos Estados Unidos, toca guitarra com os pés, é cantor e compositor. No ano de 1987, teve a oportunidade de tocar e cantar para milhares de jovens na presença do saudoso Papa João Paulo II, em Los Angeles. É casado e pai de 2 filhos adotados, músico consagrado, feliz e realizado em sua vida pessoal e profissional.

 Podemos passar pelos momentos de dor e sofrimento sem perder a alegria e a felicidade. Porque a verdadeira alegria – a verdadeira felicidade – acontece quando vamos ao encontro do outro, quando nos gastamos por uma causa, por alguém que amamos, e principalmente, quando nos gastamos para Deus, servindo-O.  
 
Um mundo novo para o homem High-Tech PDF Imprimir E-mail
Escrito por Andy   
Ter, 22 de Julho de 2008 11:28

Um mundo novo para o homem High-Tech

 

Falar com alguém em outro continente virou brincadeira de criança

  

Desde os mais remotos tempos, nossos antepassados já buscavam meios para romper as barreiras que poderiam dificultar a comunicação entre eles.

 

As distâncias entre as pessoas e as dificuldades para se encontrar os meios para estabelecer um contato ou transferir o conhecimento sempre foi um desafio. Mesmo assim, no tempo no qual ainda não se conhecia o papel, o homem deixava registrado nas paredes das cavernas suas experiências. Em outros tempos, numa época em que jamais poderíamos imaginar um mundo conectado através de fibras óticas ou sistemas “wireless”, outros venciam as distâncias, enviando mensagens codificadas por meio de intervalos com fumaça...

 

Os tempos mudaram, a evolução acontece a cada instante; vieram os telégrafos, o telefone, o telex, o fac-símile... Falar com alguém em um outro continente via satélite se transformou em “brincadeira de criança” do século XXI. No instante em que estamos lendo este artigo milhares de informações cruzam o espaço cibernético: mensagens de namorados, transações comerciais, noticias, e-mails, entre outros, a uma velocidade impressionante.

 

Dos idos tempos em que o homem queria apenas registrar sua presença no mundo por meio de desenhos e escritas rudimentares, atualmente, através dos meios cibernéticos, estamos capacitados a marcar nossa presença, ainda que de maneira virtual, em museus, lugares paradisíacos e até mesmo no espaço sideral. Pois já é possível conhecer os anéis de saturno, visitar as paisagens de Marte ou acompanhar a formação de novas galáxias...

 

Na velocidade em que as mudanças ocorrem, não sabemos se o sistema de comunicação, que estamos usando agora, será tão tecnologicamente evoluído quanto ao que usaremos amanhã. Com certeza, facilmente nos adaptaremos aos novos dispositivos, desde que estes nos dêem mais poder de agilidade e interatividade.

 

Nosso aparelho celular que, há pouco tempo, era utilizado apenas como um telefone móvel, hoje, recebe e envia mensagens, filma, fotografa, além de servir como receptor de televisão em alta definição... Tudo isso cabendo na palma da mão.

 

Para o mais simples dos mortais, tornou-se inconcebível viver num mundo sem a praticidade oferecida pela tecnologia.

 Hoje, os meios de comunicação utilizados por nossos pais e avós para se manter informados – rádio, televisão e mídia escrita – se entrelaçam numa simbiose, compromissados em levar de maneira cada vez mais rápida o conhecimento e estabelecer a interatividade entre as pessoas. Dessa maneira, cabe a cada um de nós – homem e sistema tecnológico de comunicação – aliados ao compromisso do anúncio da verdade, tirar proveito dessa oportunidade, criando condições para que seja estabelecido, cada vez mais, um mundo novo para um homem novo.
 
A arte de escutar o silêncio PDF Imprimir E-mail
Escrito por Andy   
Ter, 22 de Julho de 2008 11:25

A arte de escutar o silêncio

 

Quem ama 'escuta' no olhar aquilo que os lábios ainda não disseram

  

Existem situações que experienciamos nas quais parece que ninguém nos entende. Há dores que nos roubam a capacidade de nos expressarmos e, conseqüentemente, de sermos compreendidos naquilo que somos. São realidades nas quais as palavras se ausentam e não somos capazes de “nos dizer” no que pensamos e sentimos. Isso acaba inaugurando em nós um gradativo processo de solidão em virtude de não sermos conhecidos e compreendidos em nossa verdade.

 

São raras as pessoas que têm sensibilidade para escutar nossos “silêncios”, e paciência para, aos poucos, desvelar o mistério que somos nós.

 

Expressar-se é uma arte, compreender alguém também o é. Essas virtudes são fruto de muita luta e empenho, e não apenas de habilidade natural.

 

Penosa e desestruturante é a dor da incompreensão, do sentir-se estrangeiro no próprio território, por sentir algo e perceber que os outros não podem compreender. Dor ainda maior se faz real quando nos descobrimos julgados e encarcerados no que não somos, em conseqüência de não sermos escutados em nossa realidade, expressa em “palavras” que ainda não fomos capazes de dizer.

 

Pelo fato de não conseguirmos nos comunicar externando o que somos, constantemente, somos mal interpretados e confundidos em inverdades de compreensão, que nos aprisionam e nos ausentam de nossa identidade. Diante disso, acredito que amar é ter a capacidade de descobrir o outro no que ele não diz... Para descobrir alguém assim é preciso gastar tempo, é preciso observá-lo, abrindo mão dos próprios barulhos e agitações para entender a linguagem silenciosa que revela o ser. Quem ama “escuta” no olhar aquilo que os lábios ainda não são capazes de dizer.

 

São raras, nos tempos atuais, as pessoas que têm paciência para descobrir o outro nos detalhes, para assim poder amá-lo com inteireza. O fato é que, muitas vezes, estamos tão cheios de nós mesmos que mesmo que o outro “grite” não somos capazes de escutá-lo.

 

Só acompanha o outro – com qualidade – quem se esvazia das próprias razões. Quem entendeu o que é amar percebe que não pode ser o centro de tudo e que precisa dar espaço em sua vida para que o outro seja quem realmente é, revelando-se em seus valores e crenças.

 

Há muitos que em toda a vida são amados – se é que o são – somente a partir de uma imagem criada a seu respeito e não daquilo que verdadeiramente são. Tal realidade impõe no ser uma profunda crise, estabelecendo a solidão e a inexistência como paradoxo na compreensão do real.

 

Dizer-se – de maneira compreensível e encarnada – e compreender o outro são necessidades essenciais para que haja harmonia em toda e qualquer relação. Há casamentos, amizades e relacionamentos familiares que se desfiguram pelo fato de ambas as partes não terem a devida simplicidade para decodificarem (traduzirem) sua linguagem, de forma que ambos possam se compreender e ser compreendidos.

 

O que destrói um relacionamento não é somente a ausência de amor, mas também de boa comunicação. Comunicação que nos transporta para além do comum e nos faz descobrir os segredos que revelam concretamente uma identidade.

 

Que Jesus, Aquele que, por excelência, tem o dom de traduzir os “símbolos” humanos, nos ensine com a sensibilidade que emana do seu coração a real maneira compreender e se expressar, desvendando silêncios e inaugurando sempre as novas possibilidades presentes no coração.

 

“Nos detalhes, nas calçadas, nos poemas,

 

nas esquinas... sempre disse o que digo.

 

Porém, o eco não se fez.

 

Há quem perceba uma linguagem que constrói

 

inverdade.

 

Nas frases não ditas poucos escutam o silêncio.

 

Ele que inocente pede carona, com sede de transportar.

 

Transportar revelando pela força do olhar;

 

aquilo que a verdade não cansou de cantar com

 voz eloqüente: Existe alguém aqui.”
Última atualização ( Ter, 22 de Julho de 2008 11:27 )
 
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